Recebi na escola a revista “Geografia” da edição de Agosto. Revista interessante a sessão de comportamento me chamou muito a atenção, porque como sabemos a Geografia Moderna assume um expansionismo admirável, e agora chega às estatísticas dos solitários regionais.
A reportagem mostra o que já sabíamos (o nosso consciente) na questão de estudos associar a solidão x economia. Em linhas gerais, o texto explana a questão do que é a solidão, esclarecendo o “estar sozinho” em diversas formas, caindo nos Rankings estaduais, dando um conceito para o não lugar.
Claro que essa coisa da solidão vem muito da questão de renda e em muitos casos fazendo uma árvore história da vida dessas pessoas poderemos observar duas trajetórias para chegar a essa situação.
ü Elevação dos estudos, chagando ao ponto de acreditar que ninguém acompanhou os mesmos padrões de estudos e/ou comportamento.
ü Maturidade profissional, sendo alto suficiente na administração de uma casa.
Realmente, penso e dou fé, nessas conseqüências para a solidão causadas principalmente por nós mulheres. O fato é que encontrar o carinha com estudo e comportamento suficiente, que não seja apenas o trabalhador, mas o trabalhador casse “A”, que não seja mulherengo... (risos!) bem, esse só nos sonhos!
P
or outro lado, olho também as mesmas características nos homens, em que neste caso apenas procede quando ao chegar à maturidade financeira os homens passam a desejar mulheres apenas como objetos, talvez por muitas dessas quererem apenas o sobrado e não os degraus.
or outro lado, olho também as mesmas características nos homens, em que neste caso apenas procede quando ao chegar à maturidade financeira os homens passam a desejar mulheres apenas como objetos, talvez por muitas dessas quererem apenas o sobrado e não os degraus.
Neste caso, o dito popular “melhor só, que mau acompanhado” se vale!

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