quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Folhetim

Acordei com novas idéias para o meu baú. O aforismo de hoje é colocar aqui o que escrevia aos meus 13 anos na máquina de escrever que minha irmã mais velha me deu... Nessa minha fase eu gostava de escrever umas musicas e coisas da escola, foi então que comecei a datilografa histórias que se transformaram em dois livros.
Hoje ao acordar e ficar esquentando a cama, eu pensei em tirar da gaveta da escrivaninha e transformar público as coisas que escrevia. No todo, as histórias são bem amarradas, com conteúdo e ilusões, sabe aquelas coisas que a gente ler e imagina os personagens e as paisagens? Pois é, claro que não chegam aos pés de grandes autores nacionais e internacionais, porém acredito que uma das coisas que veio junto com os vinte e seis foi a necessidade da alta confiança e a valorização no meu trabalho.
De uns tempos pra cá venho percebendo também que gosto de coisas novas, no sentido de não ficar sempre nas coisas de sempre ou na mesma linha... (risos!) O fato é que fazer isso vai trazer a mastigação do cérebro o que me torna mais crítica e inovadora (é o que eu penso).
Então, vou colocar aos poucos as páginas do rascunho original no baú, até porque aos meus 13 anos as idéias ainda eram simples vou percisar melhorar o original. Mesmo que só eu leia isso eu sei que aqui no baú elas serão eternizadas (até existir a internet na história da humanidade) e que valera a intenção.

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